Especial da semana: COGUMELOS

No decorrer desta semana vamos falar um pouco sobre um alimento que é muitas vezes confundido como vegetais, porém são fungos, organismos vivos, capazes de se reproduzir, que não têm raízes, folhas, flores ou sementes, estes são os famosos COGUMELOS. 

Eles podem ser cultivados, mas também crescem de forma selvagem em muitas regiões.

Existem diversas espécies de cogumelos que são comestíveis e consumidas pelo mundo todo. Atualmente são conhecidas mais de dez mil, das quais cerca de duas mil são consideradas próprias para consumo e, dentre estas, apenas vinte e cinco são cultivadas comercialmente.

As principais espécies comestíveis cultivadas no Brasil são: Champignon de Paris (A. bisporus), o Shitake (L. edodes) e o Shimeji (Pleurotus spp).

A tecnologia atual permite produzir e conservar por um período maior os cogumelos. Porém deve-se dar preferência ao consumo in natura, pois dessa forma são mantidas as características originais de sabor e textura, alteradas no cogumelo em conserva.

No Brasil não era hábito o consumo desses alimentos. Foi somente na primeira metade do século passado, com a chegada de japoneses e chineses em grande número, que a história do cultivo de cogumelos começou no país e, desde então, o mercado está em constante crescimento, graças à maior divulgação de seu valor nutritivo e nutracêutico e por seu preço ter se tornado mais acessível à população.

Além de serem gastronomicamente apreciados por apresentarem sabor e aroma agradáveis, os cogumelos contém carboidratos, gorduras, fibras, proteínas, ferro, calcio, potássio, iodo, fósforo, e vitaminas do complexo B. O teor dessa composição química varia conforme a espécie e o substrato utilizado para o cultivo da mesma.

Eles podem ser considerados como alimentos funcionais, devido aos seus benefícios, uma vez que podem ser utilizados na prevenção de doenças como diabetes, hipertensão, câncer e hipercolesterolemia, além de apresentarem propriedades antioxidantes e antibióticas.

 

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